• Document: Desmascarando o Dogma Dispensacionalista
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Desmascarando o Dogma Dispensacionalista ____________ Autor: Hank Hanegraaff Fonte: www.alegrem-se.blogspot.com.br (Acessado dia 28-04-2015) Traduzido e Adaptado por F.V.S. de: HANEGRAAFF, Hank. El Código del Apocalipsis. Nashville: Grupo Nelson, 2008. ____________ - Revista Cristã Última Chamada - Edição Especial Nº 020 Capa: César Francisco Raymundo Revista Cristã Última Chamada_____________________________________ Periódico Revista Cristã Última Editor Chamada, publicada com a devida César Francisco Raymundo autorização e com todos os direitos reservados no Escritório de Direitos E-mail: Autorais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro sob nº 236.908. ultimachamada@bol.com.br Site: www.revistacrista.org Londrina, Paraná, Abril de 2015. É proibida a distribuição deste material para fins comerciais. É permitida a reprodução desde que seja distribuído gratuitamente. Índice_______________  Sobre o autor 04  Desmascarando o Dogma Dispensacionalista 05  A Caminho do Juízo Final 08  O Coração do Dispensacionalismo 11  Dois Povos Diferentes? 16  Dois Planos Diferentes? 19  Duas Vindas Diferentes? 27  O Dogma Dispensacionalista: Ficção e Heresia 32  Notas 38  Escatologia como Você nunca Viu... 49 Sobre o autor Hendrik "Hank" Hanegraaff é o apresentador do programa Bible Answer Man, ouvido diariamente nos Estados Unidos e Canadá. Ele é presidente do Instituto Cristão de Pesquisas Internacional e autor de diversos livros premiados como o Cristianismo em Crise, Resurrection e The Face that Demonstrates the Farce of Evolution. Hank vive no estado da Califórnia com sua esposa Kathy e seus oito filhos. Fonte: Wikipédia. Desmascarando o Dogma Dispensacionalista_______________ Considere um dogma que praticamente nunca se havia considerado antes do século XIX. Em poucos anos, no entanto, deixou de ser algo pequeno e limitado às Ilhas Britânicas para tornar-se um fenômeno mundial. Milhões exaltaram suas virtudes com fervor religioso e espírito missionário. No século XX, suas principais doutrinas adentraram os bastiões da educação e percorreram os corredores da influência e do poder. Os mestres da comunicação massiva levaram seus princípios para todos os setores das ciências, e as instituições acadêmicas reproduziram fielmente sua mensagem. Apesar de ser, na verdade, um amontoado de informações incorretas, o dogma em questão foi adotado de tal forma que todos os que se posicionaram contrariamente ao mesmo foram considerados reacionários e obscurantistas. Os proponentes desse dogma consideraram-se a si mesmos como guardiões da ortodoxia e passaram a reagir com fúria avassaladora quando alguém colocava em dúvida seus pressupostos. Mesmo com bases obviamente racistas, muitas personalidades famosas, políticos de influência e escritores famosos exaltam suas virtudes. O dogma ao qual me refiro é o da evolução darwinista. A revolução intelectual que ele desencadeou criou a infraestrutura científica de uma das maiores atrocidades da História da humanidade. A sanha genocida de Hitler foi inflamada pelo argumento racista de Darwin de que “as raças humanas civilizadas deverão exterminar e suceder as raças humanas selvagens do mundo” [1]. No fim das contas, a filosofia de Hitler de que os arianos eram super-humanos e que os semitas eram sub-humanos levou ao extermínio de seis milhões de judeus. Arthur Keith, um antropólogo do século XX, afirmou: “O Führer alemão é um evolucionista, e tem procurado, incessantemente, fazer com que a Alemanha conforme-se à teoria da evolução” [2]. Da mesma forma que Hitler, Karl Marx, o pai do comunismo, viu em Darwin o apoio sociológico e científico de um experimento que rivalizou em magnitude os horrores do holocausto. Sigmundo Freud, o fundador da psicologia moderna, também foi um fiel seguidor de Charles Darwin. Sua crença de que o homem é simplesmente um animal complexo o levou ao postulado de que “a ansiedade, a paranóia e outras desordens mentais incorporam modos de comportamento que foram em algum momento adaptações das espécies humanas nas diversas etapas da evolução” [3]. O Dr. John L. Down qualificou a Síndrome de Down como “idiotice mongolóide” porque ele a considerava um “retrocesso”

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