• Document: Texto 11 Administração dos Imunobiológicos: Técnicas de Preparo, Vias e Locais de Administração
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Texto 11 Administração dos Imunobiológicos: Técnicas de Preparo, Vias e Locais de Administração As vacinas e soros têm indicações específicas quanto à composição, apresentação, via de administração, doses a serem administradas, idade recomendada, intervalo entre as doses, conservação e validade. No Programa Nacional de Imunizações (PNI), o único imunobiológico administrado por via oral é a vacina contra a poliomielite. Os demais são administrados pela via parenteral: intradérmica, subcutânea, intramuscular e endovenosa. As vacinas são acondicionadas em bisnaga conta-gotas, ampola ou frasco-ampola de dose individual ou multidoses e apre- sentadas sob a forma líquida ou liofilizada, acompanhadas do diluente. Os soros são acondicionados em ampola ou frasco-ampola e são apresentados sob a forma líquida (Figura 19). Figura 19 - Imunobiológico Utilizado pelo PNI 1. Procedimentos Preliminares à Administração 1.1. Higiene das Mãos O ato de lavar as mãos é essencial para a prevenção e o controle de infecções, devendo ser praticado por todo o pessoal dos serviços de saúde. Extraído de Brasil. Fundação Nacional de Saúde. Manual de procedimentos para vacinação. Brasília:1994, e Extraído de Aplicações via parenteral Passos: 1999. FUNASA - julho/2001 - pág. 92 Na sala de vacinação esse procedimento deve ser rigorosamente obedecido para evitar a contamina- ção no preparo e na administração dos imunobiológicos. A higiene das mãos consiste em: • molhar as mãos, ensaboá-las com sabão líquido; • friccionar toda a superfície das mãos, inclusive entre os dedos; • remover os detritos depositados sob as unhas; • enxaguar com água corrente; • enxugar com papel toalha ou, na sua falta, com toalha de tecido limpa e seca, trocada a cada jornada de trabalho, no mínimo, ou quando necessário. A higiene das mãos deve ser realizada: • antes e após a administração de cada vacina ou soro; • antes e após o manuseio dos materiais, das vacinas e dos soros; • antes e após qualquer atividade executada na sala de vacinação. 1.2. Preparo de Vacinas Injetáveis Com o material e medicamentos separados, mãos devidamente lavadas e conhecimento seguro da indicação, seguir os seguintes passos: a) abrir a embalagem da seringa (Figura 20); Figura 20 FUNASA - julho/2001 - pág. 93 b) empurrar o êmbolo no sentido do bico, a fim de lubrificar a rolha da borracha e mobilizar o êmbolo (Figura 21); Figura 21 c) colocar a seringa sobre sua embalagem plástica (Figura 22); Figura 22 FUNASA - julho/2001 - pág. 94 d) desinfetar a tampa de borracha, após retirar o lacre de alumínio ou plástico, com algodão seco ou embebido em álcool a 70%. Fazer a mistura do liófilo (pó), adicionando diluente e movimentando o frasco entre os dedos de forma circular (Figura 23); Figura 23 e) manter o frasco-ampola entre os dedos indicador e médio da mão esquerda na posição vertical. Introduza a agulha na rolha do frasco, usando a mão direita. Com os dedos polegar e − anular esquerdo, segure a seringa e aspire o conteúdo com o auxílio dos dedos polegar e indicador da mão direita (Figura 24). Se encontrar dificuldade para aspirar o líquido, injete uma pequena quantidade de ar no interior do frasco. Lembrar que, quando em frasco multidose, se usa obriga- toriamente duas agulhas, sendo uma para aspirar e outra para aplicar. Retirar o excesso de ar da seringa, no próprio frasco, aspirando o volume equivalente à dose a ser administrada; Figura 24 f) adaptar uma nova seringa, que deverá ser usada na próxima aplicação. Guardar o frasco com a seringa adaptada no isopor. Fechá-lo e, em seguida, administrar a vacina. FUNASA - julho/2001 - pág. 95 2. Procedimentos Básicos segundo as Vias de Administração dos Imunobiológicos 2.1. Via Oral A via oral é utilizada para a administração de soluções que são melhor absorvidas no trato gastrointestinal. O volume e a dose dessas soluções são introduzidas pela boca e apresentados, geralmente, em gotas. 2.2. Via Intr

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