• Document: Montagem e Manutenção de Pontes Rolantes
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Montagem e Manutenção de Pontes Rolantes Coordenação do Programa Formare Beth Callia Coordenação Pedagógica Zita Porto Pimentel Coordenação da Área Técnica – UTFPR Alfredo Vrubel Elaboração e edição VERIS Educacional S.A. Rua Vergueiro, 1759 2º andar 04101 000 São Paulo SP www.veris.com.br Coordenação Geral Marcia Aparecida Juremeira Conrado Rosiane Aparecida Marinho Botelho Coordenação Técnica deste caderno Francisco Carlos D´Emilio Borges Revisão Pedagógica Simone Afini Cardoso Brito Autoria deste caderno Antonio Álvaro de Assis Moura Produção Gráfica Amadeu dos Santos Eliza Okubo Aldine Fernandes Rosa Apoio MEC – Ministério da Educação FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação PROEP – Programa de Expansão da Educação Profissional M929m Moura, Antonio Álvaro de Assis Montagem e Manutenção de Pontes Rolantes: Projeto Formare / Antonio Álvaro de Assis Moura – São Paulo: Veris Educacional, 2007. 100p. :il. Color.:30cm. (Fundação Iochpe / Cadernos Formare) Inclui exercícios e glossário Bibliografia ISBN 978-85-60890-19-4 1. Ensino Profissional 2. Funcionamento e elementos de construção 3. Içamento de cargas 4. Documentação de montagem e testes I. Projeto Formare II. Título III. Série CDD-371.426 Iniciativa Realização Fundação IOCHPE Al. Tietê, 618 casa 3, Cep 01417-020, São Paulo, SP www.formare.org.br Formare: uma escola para a vida Ensinar a aprender não podem dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria. A alegria não chega apenas com o encontro do achado, mas faz parte do processo de busca. Paulo Freire Hoje a educação é concebida em uma perspectiva ampla de desenvolvimento humano e não apenas como uma das condições básicas para o crescimento econômico. O propósito de uma escola é muito mais o desenvolvimento de competências pessoais para o planejamento e realização de um projeto de vida do que apenas o ensino de conteúdos disciplinares. Os conteúdos devem ser considerados na perspectiva de meios e instrumentos para conquistas individuais e coletivas nas áreas profissional, social e cultural. A formação de jovens não pode ser pensada apenas como uma atividade intelectual. É um processo global e complexo, onde conhecer, refletir, agir e intervir na realidade encontram-se associados. Ensina-se pelos desafios lançados, pelas experiências proporcionadas, pelos problemas sugeridos, pela ação desencadeada, pela aposta na capacidade de aprendizagem de cada um, sem deixar de lado os interesses dos jovens, suas concepções, sua cultura e seu desejo de aprender. Aprende-se a partir de uma busca individual, mas também pela participação em ações coletivas, vivenciando sentimentos, manifestando opiniões diante dos fatos, escolhendo procedimentos, definindo metas. O que se propõe, então, não é apenas um arranho de conteúdos em um elenco de disciplinas, mas a construção de uma prática pedagógica centrada na formação. Nesta mudança de perspectiva, os conteúdos deixam de ser um fim em si mesmos e passam a ser instrumentos de formação. Essas considerações dão à atividade de aprender um sentido novo, onde as necessidades de aprendizagem despertam o interesse de resolver questões desafiadoras. Por isso uma prática pedagógica deve gerar situações de aprendizagem ao mesmo tempo reais, diversificadas provocativas. Deve possibilitar, portanto, que os jovens, ao dar opiniões, participar de debates e tomar decisões, construam sua individualidade e se assumam como sujeitos que absorvem e produzem cultura. Segundo Jarbas Barato, a história tem mostrado que a atividade humana produz um saber “das coisas do mundo”, que garantiu a sobrevivência do Montagem e Manutenção de Pontes Rolantes 3 ser humano sobre a face da

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