• Document: Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Profa. Ma. Adriana Rosa
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Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa  Propostas para aquisição da língua escrita.  Oralidade e comunicação.  A escola e o desenvolvimento da linguagem.  O ensino da escrita . O trabalho com leitura e escrita. O papel do professor na construção da escrita. Conteúdo programático Unidade II: Ler e escrever é muito mais do que simplesmente codificar e decodificar  O fim das cartilhas em sala de aula;  Comunicação e linguagem;  Sondagem da escrita infantil;  Ao A d desenhar, h a criança i escreve;  Concepções da criança sobre símbolos linguísticos antes da alfabetização;  A linguagem escrita – Textos;  Jogos de análise linguística;  Letra L t cursiva i e letra l t de d fôrma; fô  Ortografia e gramática; Avaliar o aluno:Avaliação normativa e Avaliação qualitativa;  O papel do “erro” . O fim das cartilhas em sala de aula  Os primeiros trabalhos escolares de Alfabetização, na época do Brasil colônia foram com cartilhas ( quando ainda se aprendia Latim na escola). Método  Fônico.  Enfatizava a menor unidade da fala, o fonema, e sua representação na escrita, ensinando formas e os sons das vogais.  Aumentando o nível de complexidade conforme o tempo de escolaridade.  A letra aprendida tem um som que mais outro som, forma sílabas e palavras. Cartilha brasileira Cartilha...  Assim o Brasil caminhou com a escolaridade infantil, a partir da década de 1980, a discussão sobre como ensinar foi substituída pela discussão sobre como se aprende a ler e a escrever o que refletiu em novos escrever, materiais didáticos. Interatividade Qual a razão de se condenar o uso da Cartilha nos dias de hoje? a) Sua linguagem é irreal. b) Sua abordagem é didática. c) Suas letras mudaram no alfabeto alfabeto. d) Seus textos são expressivos. e) Sua lógica é muito infantil. Ao desenhar, a criança escreve  No segundo ano de vida a criança é capaz de executar uma série de ações que evidenciam seu progresso ao controlar movimentos.  No terceiro ano começa a ter prazer em rabiscar.  Assim o controle aumenta e aos quatro anos começa a desenhar formas, curvas em direções contrárias.  Começa ç a atribuir significado g ao seu desenho.  Aos cinco anos, o desenho e a escrita envolvem a representação, a oralidade, o faz de conta, o movimento. A escrita infantil  A criança inicia seu processo de Alfabetização quando passa a usar um nome.  Tem Vida, história, nome, significado social. O percurso da criança alfabetizada: homem ao longo da história  Pictórico: desenho;  Símbolo: reconstrução do código linguístico. O percurso da criança alfabetizada: homem ao longo da história  Inicialmente, desenha de memória, depois substitui traços que lembram o objeto desenhado por sinais indicativos ou figuras e, por último, utiliza-se dos signos.  Como a humanidade, parte do desenho (pictórico) para a simbologia (alfabeto). Concepções da criança sobre símbolos linguísticos antes da alfabetização  A criança precisa do adulto para buscar semelhanças entre o que produz e o objeto representado.  Busca estímulos para fazer seus registros.  Os avanços na capacidade representativa chegam com os seis anos de vida.  O que acontece em seus desenhos reflete suas construções ç mentais. Escrevendo lendo  A criança alcança um determinado nível de raciocínio à medida que sua capacidade de criação é respeitada.  Os conhecimentos evoluem porque a criança internaliza o que lhe falam e passa a agir com o que observou e entendeu. Interatividade Considerando o contexto da escrita para a criança, é correto assumir que: a) A criança pensa a escrita e percebe os símbolos que se apresentam no mundo. b) A criança só entende a função da escrita quando vai à escola. c) A criança só inicia a alfabetização aos sete anos. d) A criança não pensa a escrita , cabe ao educador produzir esse pensamento pensamento. e) O professor determina o ritmo da alfabetização. Comunicação e linguagem  Magda Soares.  Pesquisadora da linguagem.  Introdução do conceito de Letramento. Magda Soares M-Mineira de Belo Horizonte, Doutora, Criadora: A-A fundadora do CEALE-Centro de Alfabetização G-Garantida ação na qualidade da Leitura e Escrita D-Da Faculdade Federal. Professora merecedora: A-A detentora da digna Comenda Lúcia Casasanta. B-Benfeitora Emérita da Universidade Federal E Excelentes obras didáticas vem publicando E-Excelentes C-Como instrumentos de transformação social, K-Km, “quilômetros” de linhas vem divulgando E-Especialmente em defesa

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