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1 JESUS O RESSUSCITADOR DE SONHOS Lucas 7:11-15 Toda Judéia ficou sabendo da história sobre o filho da viúva de Naim. Naim, que em hebraico significa a bela, a graciosa, era uma aldeia construída próximo ao Hermom, a sudoeste de Nazaré. Naim está situada na região de Suném, onde morava a sunamita, figura muito conhecida no Antigo Testamento. Atualmente, Naim é uma pequena cidade edificada sobre os escombros da aldeia que existiu. Jesus percorreu 38 Km, vindo de Cafarnaum, onde curou o escravo de um centurião. Ele pôde chegar a Naim à tarde, horário em que normalmente se realizavam os funerais. E ele estava acompanhado por muitas pessoas felizes, que glorificavam a Deus pelos sinais que haviam visto. Mas Jesus, quando rodeava e subia a encosta que leva à cidade de Naim, encontra um cortejo fúnebre. O morto, um jovem, filho único de uma mãe viúva. O filho da viúva de Naim. O cortejo fúnebre, seguia em sentido contrário ao de Jesus, para o cemitério, que se localizava (conforme o uso dos hebreus), a certa distância das casas, fora da povoação. "E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade." Lucas 7:12 Nesse encontro inusitado, havia duas multidões: vida e morte. E há esse contraste de ânimos. De um lado, uma multidão que acompanhava o Senhor Jesus, alegre pelo que presenciaram. Todos conheciam o poder de Jesus. A multidão sabia que onde Jesus está haverá vida, alegria, operação de milagres, etc. Qual o motivo de uma grande multidão estar caminhando ao lado de jesus? 2 • porque ao lado de jesus não existe tristeza, somente alegria; • porque ao lado de jesus não existe morte, somente vida; • mas, principalmente, porque temos em nosso coração uma gratidão pelo que o senhor tem feito pelas nossas vidas. Do outro lado, a multidão que acompanhava a viúva e o filho morto; parentes e amigos que choravam a morte de um filho querido. Pois é, estamos falando de uma viúva que, provavelmente, já estava acostumada a fazer esse caminho para o cemitério. Acredito que pelo enredo e pela localidade, ela deva ter enterrado seu pai, seu marido (pois a mesma era viúva) e agora o seu único filho. Não houve pedido da viúva; ela estava muito triste, chorosa e sem esperança. Mas Jesus a alcançou, moveu-se de íntima compaixão por ela e o filho foi ressurreto. Vamos então entender de forma devocional como esse milagre impacta a nossa vida? Serão três pontos: 1 – JESUS SE COMPADECE DOS NOSSOS SOFRIMENTOS, SIM. A viúva da história não tinha mais esperança. Diz a história e a tradição oral, é claro, de que quando o marido falece, o filho mais velho assume a casa e sustenta a mãe. Mas, e quando o único filho morre? Como ficaria a situação da viúva? Aquela multidão poderia ajuda-la? Mas a multidão não podia fazer nada por aquela viúva. O que aquela mulher queria, a multidão não poderia dar. Embora ela não estivesse sozinha, não tinha a quem chorar, a quem pedir. Todos que estavam acompanhando aquela mulher sabiam da dor dela, mas não podiam socorrê-la. Imagino quantas palavras de consolo aquela mulher tenha escutado: “o tempo cura todas as feridas”, “essa dor vai passar”, 3 “amanhã você não se lembrará mais”, “você vai esquecer tudo”... E a Bíblia conta que quando Jesus parou e olhou para aquela mulher, ela não falou nada ao Mestre, ela não pediu nada; sabe o porquê, porque aquele que nos criou conhece e sonda o nosso coração. O verso 13 diz: E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse- lhe: Não chores. Quando a Bíblia fala intima compaixão, ela está querendo enfatizar que o senhor sofreu com aquela mulher a dor que ela sentia, e o Pai não suporta ver o seu filho chorar, porque a primeira palavra que Jesus disse foi: mulher não chores! O Senhor a consolou naquela hora. É decerto que ouvi uma mensagem, dita por um pastor amigo meu, de que a pessoa de Deus ou se sustenta em suas necessidades ou se sustenta no próprio Deus. E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. Às vezes, você imagina que não está sendo observado; acha que Deus não se move por você, não faz nada por você; mas Deus também nos ensinou a ter fé e confiança Nele. Ele compadece dos nossos sofrimentos, Ele não quer que ninguém sofra, mas também o sofrimento nos ensina, nos molda e nos capacita a superarmos isso. É da tribulação que vem a paciência, é da paciência que vem a experiência e da experiência vem a esperança, e a esperança em Cristo. Talvez, hoje você esteja chorando por algo que perdeu, e as pessoas que te cercam até tentam te consolar, mas é em vão. Essas pessoas n

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